terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Recordando...

"Qual seria o sentido de eu ter sido criada, se estivesse contida apenas em mim mesma?
O que me faz viver é ele.
Se tudo o mais acabasse e ele permanecesse, eu continuaria a existir; e, se tudo o mais permanecesse e ele fosse aniquilado, eu não me sentiria mais parte do universo.
Meu amor pelos outros é como a folhagem de um bosque: o tempo o transformará, tenho a certeza, da mesma forma que o inverno transforma o arvoredo.
O meu amor por você (meu eterno Ramelão) lembra as rochas eternas: proporciona uma alegria pouco visível, mas é necessário.
Eu sou você!
Você está sempre, mas sempre, no meu pensamento; não como uma fonte de satisfação, que eu também não sou para mim mesma, mas como eu própria."

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